quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Setor de tecnologia da informação tem política de incentivo para ampliar capacidade nacional

Investimento do programa TI Maior é de R$ 500 milhões até 2015
Com um investimento previsto de R$ 500 milhões até 2015 e uma série de metas para 2022 (veja gráfico), o setor de Tecnologia de Informação tem uma política de desenvolvimento que prevê o crescimento da produção de programas de computador no Brasil, com geração de renda para as empresas e criação de postos de trabalho qualificados. “O software brasileiro deve fazer frente ao produzido no exterior”, disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp. O programa TI Maior, anunciado na última segunda-feira (20), concentra recursos subvencionados por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para investir em empresas com base tecnológica.
A estratégia inclui a preferência nas compras governamentais, a capacitação de jovens para atuar na área de TI e atração de centros de pesquisa globais. “O setor de TI já tem 73 mil empresas no Brasil e faturou US$ 37 bilhões apenas em 2011, ou seja, nossa indústria é qualificada”, avalia o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida. “O TI Maior chega para fomentar esse campo portador de inovação, acelerando os demais setores econômicos do País”, ressaltou Virgilio.
Para integrar os núcleos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, o TI Maior definiu doze setores estratégicos para o desenvolvimento de soluções de alta complexidade e impacto econômico e social. São eles: educação, defesa e segurança cibernéticas, saúde, petróleo e gás, energia, aeroespacial e aeronáutico, grandes eventos esportivos, agricultura e meio ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas, como computação em nuvem, internet, jogos digitais, computação de alto desempenho e software livre.
Fomento - Um dos principais motores do Programa TI Maior será o fomento às aceleradoras de pesquisa e desenvolvimento na área de softwares e serviços (as start-ups), que serão estruturadas em uma rede de consultorias tecnológicas, institutos de pesquisa e incubadoras, universidades e grandes empresas nacionais e internacionais.
A base tecnológica nacional deverá ser ampliada por meio de certificações de tecnologia nacional de software e serviços (Certic’s). “Os certificados nortearão o processo de preferência de compras e produtos resultantes de inovação e desenvolvimento tecnológico local, atendendo ao disposto na Lei 12.349/2010”, explicou Virgílio Almeida.
Como parte da política, haverá atração de investidores nacionais ou não para a formação de polos tecnológicos, gerando ambientes propícios à inovação. O programa prevê bolsas a brasileiros para atuar em centros globais de pesquisa, semelhantes ao programa Ciência sem Fronteiras, e benefícios fiscais e tributários para apoiar a fixação de quatro centros na área de software e de serviços de TI.
Qualificação de jovens está entre as metas do programa
Para suprir a falta de profissionais qualificados que atualmente é um dos gargalos do setor e oferecer carreiras atrativas para brasileiros, o TI Maior tem a meta de capacitar 50 mil novos profissionais até 2014. Até 2022, o objetivo é formar 900 mil, que serão adicionados à base atual de 1,2 milhão de profissionais de TI.
Além disso, será criada uma plataforma de relacionamento digital com estudantes e profissionais do setor, oferecendo intermediação de vagas, cursos básicos e avançados e a geração de informação profissional para permitir a atualização tecnológica.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Lean Warehouse ou Armazém Enxuto

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria Hunting & Outplacement e Treinamento em Logística

Diante da pressão por redução de custos e maior competitividade, os gestores da área de logística são cada vez mais cobrados por operações enxutas em seus armazéns. É necessário fazer MAIS, com MENOS.

Um armazém enxuto é aquele que segue os princípios da filosofia lean: foco em atividades que agregam valor, eliminação de perdas, melhoria contínua, priorização do fluxo e direcionamento para o Cliente.

Um armazém enxuto permite às empresas atender aos seus Clientes mais rápido, com maior confiabilidade, com uma menor e melhor utilização do espaço físico e menores estoques.

Existem várias formas de se obter um armazém enxuto
- redesenho do layout operacional
- revisão dos processos operacionais
- campanhas motivacionais e participação nos resultados
- escolha do método adequado de separação de pedidos
- seleção do mais apropriado equipamento de movimentação de cargas
- aplicação de novas tecnologias WMS, código de barras, RFID
- prática de cross-docking
- aplicação do princípio touch once
- otimização dos sistemas de estocagem, evitando perdas com o efeito honeycombing
- destino a produtos obsoletos e gestão de slow movers
- controle da quantidade de SKUs em estoque
- gestão do inventário
- utilização de regras para endereçamento dos materiais, baseadas em volume, giro e popularidade
- automação de operações
- correto uso de indicadores de desempenho, se possível atrelado ao conceito BSC – Balanced Scorecard

Se o seu armazém sofre com a falta de espaço, corredores lotados, avarias nas mercadorias movimentadas, baixa acuracidade de estoques, inventário desbalanceado, erros na expedição, atrasos no carregamento, altos riscos de acidentes, pessoal desmotivado, então você encontra-se diante de uma excelente oportunidade de aplicar os conceitos de armazéns enxutos.

Armazéns enxutos chegam a ter de 30 por cento a 40 por cento maior produtividade operacional, acuracidade próxima de 100 por cento e custos 20 por cento a 25 por cento inferiores. Estamos falando da possibilidade de uma economia ao redor de 5.000 mil a cada  1.000.000 milhão vendido pela sua empresa apenas aplicando os preceitos oriundos da filosofia lean. Portanto, mãos-a-obra.

terça-feira, 26 de junho de 2012

A Dinâmica do Mercado de Logística e Transportes

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda
Afinal, o que move o mercado de prestação de serviços em logística e transportes

Quais as variáveis chave que afetam diretamente a sua performance O que faz com que ele suba ou desça

Como as empresas, através de seus executivos, podem interpretá-lo de forma a se antever e tomar as decisões necessárias que permitam explorar de forma adequada as oportunidades existentes

O desempenho de qualquer mercado no presente e no futuro está condicionado a AÇÕES e INTENÇÕES. Um está intimamente interligado ao outro e deles depende a dinâmica do mercado. AÇÕES e INTENÇÕES, juntas, determinarão os rumos do mercado.

O cenário ideal é aquele onde temos muitas INTENÇÕES e uma alta taxa de conversão em AÇÕES. A situação onde temos muitas INTENÇÕES mas poucas AÇÕES não é ruim, mas indica uma posição conservadora dos Clientes, onde provavelmente estejam aguardando definições estratégicas internas ou externas às suas empresas. Um mercado com muitas AÇÕES mas com poucas INTENÇÕES poderá indicar uma desaceleração futura, já que não existirão INTENÇÕES suficientes para manter acesa a chama de novos negócios.

Por INTENÇÂO entenda o interesse dos Embarcadores em desenvolver novos negócios com Operadores Logísticos e Transportadoras, que se manifesta concretamente através da solicitação de simples cotações de frete aos mais complexos editais de concorrência para a prestação de serviços logísticos integrados. Portanto, um bom indicador de INTENÇÕES é o número de processos licitatórios existentes, formais ou informais, simples ou complexos. Por mais que parte deles não se traduza em novas receitas para o mercado, a sua existência, por si só, é importante, e denota interesse em avaliar novas oportunidades, ampliar vínculos contratuais ou efetivamente realizar novos negócios.

Grande parte das INTENÇÕES se transformará em AÇÔES, e são as AÇÔES que movimentarão o mercado, produzindo receitas e rentabilidade para as empresas de logística e transportes, gerando riqueza necessária para novos investimentos em pessoas, processos, infraestrutura, tecnologia e sistemas de gestão, que por sua vez permitirão a criação de valor e competitividade, que alimentarão novas INTENÇÕES, criando-se aí um ciclo positivo. Para que esse ciclo perdure e seja automaticamente retroalimentado, a premissa básica é a rentabilidade das empresas como um todo, sem a qual, estacionaremos em um patamar de baixa inovação e investimento, levando à estagnação ou redução do número de INTENÇÕES e consequentemente, no curto e médio prazo, do volume de AÇÕES.

Mas quais os fatores que impactam direta ou indiretamente nas INTENÇÕES

Quais as variáveis de decisão que levam os Embarcadores a rever ou ampliar negócios com Operadores Logísticos e Transportadoras

As INTENÇÕES são movidas por fatores qualitativos e quantitativos e diversos são os agentes geradores existentes. A seguir concentraremos a atenção em alguns dos aspectos mais relevantes para a produção de novas INTENÇÕES.

As INTENÇÕES nem sempre dependerão de um cenário econômico estável; elas poderão se processar em ambientes de crise econômica, em situações normais e também em cenários da mais alta prosperidade financeira. Uma indústria pode, por exemplo, em função da crise econômica em seu setor, terceirizar toda a sua frota de veículos e transferir a gestão e a operação dos ativos para uma Transportadora especializada. É claro, que em ambientes de aquecimento nas vendas e na produção, as INTENÇÕES se processarão com maior facilidade, pois é mais provável que os gargalos existentes apareçam, evidenciando a necessidade de rever a estratégia logística. Mas, não há como negar que a situação econômica de um país e do mundo impactarão decisivamente nas INTENÇÕES dos Embarcadores em ampliar ou não o escopo da terceirização logística.

A estratégia logística do Embarcador é um outro importante fator para a geração de INTENÇÕES. Muitas empresas têm em seu plano diretor a orientação para a terceirização logística, e direcionam seus recursos financeiros e esforços de gestão para as suas atividades fins core business, normalmente relacionadas a vendas, marketing, pesquisa e desenvolvimento e produção. Em empresas como essas, novas INTENÇÕES surgirão de acordo com o sucesso obtido nas experiências anteriores com Transportadoras e Operadores Logísticos. Trata-se do ciclo positivo citado anteriormente.

Numa avaliação estratégica, a necessidade de desenvolver novas competências em logística também colaborará diretamente para a produção de novas INTENÇÕES. Quando claramente percebida pelo Embarcador, rapidamente a INTENÇÃO é transformada em AÇÃO.

A escassez de recursos para investimentos em infraestrutura logística e o seu alto custo de captação podem ser considerados agentes relevantes para a busca de parceiros prestadores de serviços em logística e transportes, colaborando para a geração de novas INTENÇÕES.

Altos custos operacionais também impulsionam as INTENÇÕES, levando o Embarcador a avaliar as opções apresentadas pelo mercado de prestação de serviços em logística e transportes. Igualmente, o baixo nível de serviço logístico e o avanço dos concorrentes poderão incomodar a empresa e levar os Embarcadores a reverem seu modelo operacional, contribuindo para a criação de novas INTENÇÕES.

A necessidade de constante atualização tecnológica em logística, especialmente das soluções de gestão de transportes e de Centros de Distribuição, constitui-se em outro importante fator gerador de INTENÇÕES.

A dificuldade de contratar e reter bons profissionais na área de logística, um problema cada vez maior e mais difícil de ser resolvido, também impactará no surgimento de novas INTENÇÕES. Lidar com grandes contingentes de pessoal operacional está se transformando em uma grande dor de cabeça para as empresas.

A questão da falta de infraestrutura e as restrições operacionais cada vez maiores nas grandes cidades também influenciam a quantidade de INTENÇÕES. Quanto maiores as dificuldades em operar por conta própria e otimizar o uso do ativo operacional, mais os Embarcadores tenderão a buscar alternativas junto às Transportadoras e Operadores Logísticos.

É possível influenciar os Embarcadores em suas INTENÇÕES

Como as Transportadoras e os Operadores Logísticos podem participar ativamente da geração de novas INTENÇÕES

Há como acelerar o processo de transformação de INTENÇÕES em AÇÕES

Sim, isso pode ser realizado através da ação coordenada da área de Vendas, que ao interagir com seus Clientes, poderá de forma inteligente, direcionar as suas decisões no sentido da terceirização logística.

Para que isso ocorra será fundamental a capacitação do profissional da área comercial, transformando-o em um consultor, habilitado para identificar novas oportunidades e desenvolver soluções de melhoria, que envolvam a gestão de pessoal, a disponibilização de infraestrutura adequada, processos alinhados com as necessidades e expectativas dos Clientes, ferramentas tecnológicas inovadoras e sistemas de gestão altamente competitivos.

Um profissional como esse poderá atuar na geração de INTENÇÕES e na sua efetiva transformação em AÇÕES, que produzirão resultados financeiros para Operadores Logísticos e Transportadoras, permitindo a criação e alimentação do ciclo positivo citado anteriormente.

Paralelo a isso, a área Operacional deverá estar devidamente estruturada para dar continuidade ao trabalho iniciado pelo departamento de Vendas, produzindo resultados diferenciados que conquistarão os Clientes e que automaticamente, como em uma inércia positiva, levarão a novas INTENÇÕES e AÇÕES.

E não esqueça da área de custeio e formação de preços, sem a qual será praticamente impossível o cálculo de tarifas realmente compensadoras, que proporcionem o ciclo positivo amplamente citado, permitindo o reinvestimento contínuo e a geração de novos diferenciais de competitividade.

Prepare a sua empresa para que ela possa participar ativamente da dinâmica do mercado, atuando como protagonista e não apenas como coadjuvante ou espectador de AÇÕES e INTENÇÕES

Não restrinja seus investimentos apenas aos ativos operacionais, lembre-se que uma Transportadora ou Operador Logístico é também constituído de pessoas, processos, tecnologia e sistemas de gestão

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Estudo de Caso - SRM

Indústria de Alimentos

Trata-se de uma empresa do segmento agroindustrial, responsável pela produção de alimentos derivados de carnes de frango, peru, bovina, suína além de produtos de conveniência e com maior valor agregado.

A empresa mantém um parque fabril de aproximadamente 11 unidades industriais e centros de distribuição alocados em vários estados brasileiros, sendo uma das maiores empresas de alimentos da América Latina. Conta com um portfólio de cerca de 680 itens, atuando no mercado interno e mercado externo onde exporta parte de seus itens para aproximadamente 100 países.

Essa empresa atualmente conta com uma Central de Serviços, onde está localizada toda área administrativa da organização, contando apenas com as áreas de apoio que se encontram nas unidades produtoras.

A área de suprimentos na organização é dividida da seguinte forma: Diretoria de Suprimentos, Gerência, Negociadores e Analistas de Suprimentos.

O departamento de negociação da organização é centralizado em uma única unidade, e é responsável por atender as demandas de todas as unidades produtoras e filiais de vendas. Os processos têm se tornado lentos e burocráticos, devido à dificuldade de atendimento das demandas em tempo hábil, gerando alto grau de insatisfação nos usuários.

Há aproximadamente oito anos a empresa trabalha com um único ERP, o SAP, que é responsável pelo gerenciamento de todas as áreas da organização.

Para tentar viabilizar esse grande incomodo, do processo lento e burocrático, decidiu-se por implantar um módulo do SAP, específico para o gerenciamento da cadeia de Suprimentos, o SRM.

Para isso, foi designada uma equipe da área de suprimentos que seria responsável pela implantação. Durou, aproximadamente, um ano de trabalho para adequação do novo sistema aos moldes da organização, até o início do processo de implantação do sistema.

Essa equipe fez estudos com todos os requisitantes de materiais e serviços da organização e com seus respectivos aprovadores, ou seja, os responsáveis pelo centro de custo de cada área. Viabilizou-se a menor quantidade possível de pessoas com autonomia para gerar as requisições no sistema, e consequentemente aprová-las. Pois na situação anterior ao início da implantação do novo sistema, muitas pessoas obtinham autorização para executar várias ações no sistema, como por exemplo, gerar demandas de materiais e prestação de serviços, no entanto nunca utilizavam, e essas autorizações geram custos para empresa, e foi decidido designar somente uma ou no máximo duas pessoas por departamento, dessa forma racionalizava-se os custos e obtinha-se maior controle sobre as pessoas autorizadas a gerar requisições.

Depois de definida toda essa parte, iniciou os treinamentos com todos os usuários. Foram treinamentos rápidos, apresentando as funcionalidades do sistema, sem deixar que os usuários o fizessem na produção, ou seja, no seu dia-a-dia, verificando quais seriam os principais problemas enfrentados e tentar solucioná-los antes de implantar efetivamente o sistema.

Várias foram as possíveis datas de implantação, no entanto, tornava-se inviável, pois os gestores verificaram que praticamente nenhum usuário teria condições de operá-lo sem ajuda de um especialista.

Após muitas tentativas e testes de usuários via sistema, o SRM foi implantado, e infelizmente sem muito sucesso. As pessoas não possuíam conhecimento suficiente para operar o novo sistema de forma rápida e precisa. Erros de sistema eram o que mais acontecia, e nenhum usuário conseguia resolvê-los.

Foi criado na empresa um sistema de help-desk (disk – ajuda), exclusivo para os usuários do SRM, no entanto nem essas pessoas que atendiam para auxiliar os usuários, estavam preparadas para dar soluções, o que acontecia que inúmeros chamados de atendimentos eram abertos, para análise dos especialistas, e as respostas demoravam muito a voltar.

Novamente iniciaram-se as chamadas para novos treinamentos, onde cada usuário trouxe de sua rotina de trabalho os problemas que vinham ocorrendo para que da melhor forma pudessem ser resolvidos.

Notas fiscais, pedidos, requisições, enfim o processo de suprimentos estava um caos maior do que anteriormente, usuários reclamando, e especialistas no sistema entrando em pânico de tantos problemas para resolver.

Foram interrompidas as atividades no SRM, até que de algum modo fosse decidido se seria melhor interromper o projeto ou retomá-lo de forma mais clara e organizada.

 

Análise

Qual a solução do grupo para o problema apresentado na implantação do sistema SRM nesta empresa? Faça as considerações do grupo.

 

Considerações Finais

Sendo a implantação de sistemas ERP, uma decisão estratégica, o projeto deve estar alinhado com a estratégia do negócio, de modo a proporcionar à organização os benefícios esperados com o projeto.

Mudanças sempre tendem a gerar desconforto nas pessoas, principalmente em uma organização com muitos funcionários, onde se torna confusa a comunicação em vários níveis hierárquicos. É necessário que todos os níveis estejam muito comprometidos com as novas mudanças organizacionais, o comprometimento das chefias é essencial para o sucesso das organizações perante alterações no modo de gerenciar o negócio, pois os níveis inferiores sentem-se mais seguros a expor seus problemas e ajudar no processo de implantação e adequação de novos sistemas aos moldes da organização em que trabalha.

O presente estudo mostrou a importância que uma empresa deve dispender quanto a grandes mudanças na organização, levar em consideração que o importante não é somente a equipe de implantação estar preparada e sim todos que vão utilizar a nova ferramenta na organização.

Rapidez, interação e flexibilidade são fatores fundamentais para obtenção de vantagens competitivas, as organizações hoje operam em um mercado altamente competitivo e esses fatores devem ser tratados como indispensáveis para o sucesso da organização.

 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ramos Transportes investe no ERP para sustentar crescimento

A parceria entre a TOTVS e a Ramos Transportes, uma das maiores empresas de transporte do país, começou em 2005. Nesta data, teve início a implantação do ERP, que foi concluída cinco anos depois em todas as 67 unidades da Ramos. O sistema de gestão abriu para a transportadora um novo cenário tecnológico.
 
Para a Ramos, os principais benefícios alcançados com essa meta foram a qualidade das informações, agilidade nos processos operacionais, centralização de áreas na matriz, acompanhamento de resultados em tempo real e controle do negócio, fazendo com que o nível de assertividade na tomada de decisões evoluísse significativamente.
 
Um dos obstáculos para a implantação, inclusive, foi a adequação dos processos já existentes aos novos, introduzidos devido à adoção do sistema de gestão. As pessoas foram o diferencial nessa etapa, já que o projeto abrangeu todas as áreas da empresa e não foi encarado apenas como uma ação de TI. Em seis meses, a área administrativa já havia migrado todos os seus procedimentos de compras e financeiro.
 
Outro desafio foi a customização do TOTVS Distribuição e Logística para que o sistema refletisse as ações de rotina da Ramos. Após vencer essas barreiras, a companhia passou a contar com um sistema integrado que, hoje, recebe cerca de 1.500 acessos simultâneos.
 
Agora que todas as unidades possuem o mesmo sistema, o controle e as regras são realizados através de parametrizações na matriz e o usuário não tem mais autonomia para alterar nenhum dado sem que haja a participação de um gestor.
 
Além disso, a Ramos passou a contar com novas funcionalidades, como a baixa de entregas pelo celular, identificação de 100% da carga movimentada por código de barras e acompanhamento das mercadorias em tempo real.
 
As tarefas administrativas, como caixa, contas a pagar e departamento pessoal, foram centralizadas na matriz, o que colaborou para uma maior integração e para a eliminação de retrabalhos nas áreas internas.
 
Para lidar com toda essa infraestrutura de TI, a Ramos conta com serviços do Datacenter da TOTVS. O próximo passo será a adoção da ferramenta de BI, para aperfeiçoar as técnicas de trabalho e suportar o ambiente de crescimento que a empresa vem construindo.
Fonte: Logweb 

 

terça-feira, 29 de maio de 2012

TA investe em soluções para conferência eletrônica de carga

Ao utilizar os produtos da Intermec, como as impressoras para gerar etiquetas com códigos de barra, a Transportadora Americana registrou maior agilidade em suas operações

Com foco nas entregas por todo território brasileiro atrelando qualidade, segurança e rapidez, a Transportadora Americana (TA), especializada em transporte rodoviário de carga, implantou equipamentos de uso diário, como impressoras robustas para gerar etiquetas com códigos de barra. Com a grande demanda e com a aquisição de novos equipamentos para o trabalho diário, registrou melhora nos processos operacionais. A TA Holding possui 43 unidades e três mil colaboradores.

A Transportadora Americana nasceu em 1941 e trabalha com carga seca e fracionada. No início, começou com tecidos e hoje atua em diversos segmentos, expandiu seus negócios, atuando também com logística e armazenamento (com a TA Logística), no modal aéreo (através da Wind Express e a TA Express) e a Universidade do Transporte, unidade corporativa que ministra cursos internos e externos.

Por este motivo, com toda essa bagagem tecnológica, o gerente de sistemas da TA, Dalton Vecchini, adotou o conceito dos serviços terceirizados, tanto para o fornecimento de equipamento e insumos, como para a manutenção das tecnologias. Sem perder o foco em seu ‘core business’, a TA investiu em 60 impressoras da Intermec – empresa especializada em desenvolver soluções de transmissão de dados entre a cadeia de suprimentos. Com isso foi possível obter os benefícios dos serviços de integração e manutenção da Solumax Soluções e Tecnologia, parceira da Intermec.

Há mais de 10 anos a TA investe em automação. Com a crescente demanda de clientes que exige maior confiabilidade e precisão, a Transportadora visualizou a necessidade de identificar os volumes a serem transportados com códigos de barras em suas etiquetas. Foi neste instante que iniciou a busca por uma empresa que tivesse comprometimento com os planos, além de solidez, seriedade e confiabilidade. “Encontramos na Intermec uma grande vontade de fazer o projeto acontecer principalmente no pós-venda, quando precisaríamos de maior suporte e funcionamento ininterrupto dos equipamentos. A empresa demonstrou um forte espírito de parceria, além de uma proposta com valores viáveis”, completa o gerente.

Alta tecnologia - No quesito de inovação e tecnologia, Dalton destaca a TA como uma das empresas que mais investe continuamente em tecnologia e inovação. O rastreamento da carga e a atualização destas informações nos sistemas da empresa permitem seu acompanhamento por parte dos clientes. “Identificamos as caixas com etiquetas contendo códigos de barras, e para esta etiquetagem, precisávamos munir as filiais com impressoras específicas”, explica.

Para o Gerente de Contas de Canais da Intermec, Rubens Lima, a solução completa oferecida pela Intermec só foi possível graças à parceria com a Solumax. “Devido a uma maior preocupação, ou seja, o suporte constante dos equipamentos, foi de fundamental importância essa forte junção entre Intermec e Solumax com o objetivo focado em dar toda assistência e suporte para a TA”, pontua Lima.

Benefícios - Entre os benefícios desta parceria, a TA destaca a vantagem de não precisar investir em equipamentos próprios, em equipe especializada para a manutenção e em viagens às filiais para dar suporte às soluções. Também eliminou a preocupação com impressoras, configurações, insumo, problemas com manutenção, quebras, entre outras, podendo focar em novas estratégias para seus processos. “As impressoras permanecem nos escritórios e nas plataformas, chão de fábrica. Ou seja, é utilizada a todo instante e em locais distintos”, comenta Dalton.

“A tecnologia Intermec garante a melhoria nos serviços da TA, aumentando sua competitividade no mercado. Isto porque, este tipo de serviço permite à empresa concentrar seus recursos e esforços na sua própria área produtiva, gerando eficiência em suas ações, economia de escala com a eliminação de desperdícios e consequentemente aumentando seus lucros”, explica Luiz Eng, diretor de vendas da Intermec.

A impressora escolhida, a PD41, possui capacidade para a impressão de até 4.000 etiquetas por dia. A vantagem fica por conta da sua característica ‘smart’ (que suporta aplicações rodando diretamente nela), facilidade na troca da cabeça de impressão e abastecimento de Ribbon e Etiquetas, bem como o preço da cabeça de impressão acessível e a construção da impressora em metal. A TA adquire da Intermec, cerca de 880.000 etiquetas/mês que resultam em 370 rolos de etiquetas.

Integração e pós-venda

Após a implantação ter sido realizada, a Solumax mantém os serviços de manutenção, dando todo o suporte aos equipamentos e às necessidades da TA. De acordo com o diretor da Solumax, Paulo Moratore, a integradora disponibiliza uma página na web com uma área de assistência técnica, especialmente para suprir, via online, qualquer eventualidade que possa acontecer.

Ao utilizar a web como ferramenta facilitadora, é possível ter mais agilidade e rapidez para diagnosticar qualquer cenário que possa vir a ocorrer. Um serviço diferenciado que atrela a tecnologia e consegue suprir as necessidades. “Esta é uma ferramenta que garante à transportadora mais agilidade para a resolução de problemas técnicos, evitando assim interrupções e falhas em seus processos de conferência”, completa Moratore.

Dalton Vecchini acrescenta que a expectativa da TA com a utilização das soluções da Intermec era de ser bem atendido e evitar preocupações com equipamentos e insumos, o que foi plenamente alcançado. “Estamos satisfeitos, pois a parceria nos trouxe tranquilidade e confiança para que pudéssemos focar na reformulação e modernização de nossos processos internos com o objetivo de sempre melhorar o atendimento aos clientes”, finaliza Vecchini.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

VI Feira Empresarial

1.       Informes
a.       Data: 25 de Maio de 2012
b.      Local: Praça Dom Carmelo Motta
c.       Horário: 18:30h às 22h

2.       Papéis dos Participantes
a.       Comissão Organizadora (Direção e Coordenação)
b.      Alunos do 3º Módulo de Administração
c.       Alunos do 3º Módulo de Contabilidade
d.      Professores (Coordenadores)
e.      Demais funcionários

3.       Missão
a.       “Prover o trabalho em grupo onde todo o corpo discente tem o contato real com o mercado de trabalho gerando desenvolvimento e a experiência prática dos mesmos.”

4.       Visão
a.       “Ser um evento educacional reconhecido em Sete Lagoas e região por promover o relacionamento dos seus alunos com o mercado de trabalho.”

5.       Papéis dos Grupos
a.       Definir um Líder
b.      Escolher uma Empresa
c.       Fazer inscrição – até 10 de Maio
d.      Preparação e montagem do trabalho

6.       O que apresentar?
a.       Apresentação geral da Empresa
b.      Breve histórico
c.       Apresentar serviços / produtos
d.      Papel do técnico na empresa
e.      Programa de Estágio
f.        Material de apoio

7.       Forma de Avaliação e Pontuação
a.       Júri Técnico
                                                               i.      1º lugar – 15 pontos
                                                             ii.      2º lugar – 14 pontos
                                                            iii.      3º lugar – 13 pontos
b.      Júri Estudantil
                                                               i.      Premiação medalhas

8.       O que será avaliado?
a.       Forma de Apresentação
b.      Postura
c.       Nível das informações apresentadas
d.      Material de Apoio (documentos, material de divulgação...)
e.      Organização da Equipe

9.       Divisão dos Grupos

10.   Grupos e Coordenadores
a.       Logística 3 - Samuel